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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Vivas, ainda

Oi, amigos.

Desculpe o sumiço. Viajei repentinamente para curtir o fim das férias e fiquei totalmente offline - o que também é bom, já que é férias. Mas isso não significa que não pensei em vocês ou em postar. Tsk, tsk, tsk.
Preparei algumas coisinhas e prometo voltar à antiga regularidade das postagens, tá?

Para comemorar esse retorno, uma boa notícia. Adivinha quem não morreu? Após dois meses comigo, as-duas-plantas-que-dão-flor-mas-que-eu-não-sei-o-nome ainda estão vivas. Mas, a bem da verdade, não estão lá muuuito bem.

Antes das férias mudei as ditas para a sacada, porque achei que iam curtir o sol. Mas as flores morreram todas. Assim, decidi retirar tudo o que estava seco - pétalas e folhas também - para as plantinhas darem uma respirada. Falei com elas também (espero que minha voz não seja a causa da letalidade das minhas plantas). Achei, que, no fim, pode dar certo. Olha elas aí.


Será que um dia elas voltarão à velha forma?


Eu quero acreditar! Eu quero acreditar!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Protesto

Eu odeio a construtora-que-não-deve-ser-nomeada de uma forma, que nem sei contar.
Só contando o nome da contrutora. A responsabilidade jurídica me proíbe.


Fizeram uma cagada na parte elétrica do meu apartamento que só não queimou tudo porque há um Deus no Céu que me protege - sob esse monte de alvenaria estrutural. 


Vontade de gritar!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A maldição da luz

Às vezes eu acho que meu condomínio é vítima de uma espécie de praga de madrinha. Porque, gente, tem coisas que só acontecem lá.

A última diz respeito à famigerada luz. Cês sabem que a construtora-que-não-deve-ser-nomeada entregou as chaves dos apês mesmo eles estando sem luz, por erro dela mesma, né? Pois é. Precisavam trocar o transformador da rua para poder abastecer os 60 novos apartamentos.

Então, a troca de transformador rolou na quinta. A construtora tinha dito, inicialmente, que era para pedir a ligação para a AES Sul na segunda-feira. Porém, voltaram atrás e disseram que poderia ser na sexta mesmo. Fiquei feliz da vida! Pô, banho quente, finalmente!

Porém, quando liguei pro 0800, a atendente disse que no meu enderaço havia dois blocos e não 3. Adivinha qual o prédio que não existe??? Sim, o meu.
- A senhora tem certeza que é o apartamento 101?
- Moça, eu moro lá. É 101.

Liguei para a construtora e eles me orientaram a ligar novamente mais tarde. Eu fiz
- A senhora tem certeza que o número 374?
- Sim, 374/101.
- Pra nós não existe.

Enfim, todos os moradores do bloco 2 já pediram luz. O do 3 também.
Minha casa e as dos meus vizinhos não existe.

Mas o pior não é isso.
No sábado, falei com uns vizinhos e eles me disseram que um funcionário da AES Sul tinha ido lá vistoriar o gerador e avaliado que era muito pequeno para 60 apartamentos. Que daria para, no máximo, 20.
Se tiver de trocar o aparelho, vai demorar uns dois meses para termos luz oficial. Bonito, né?

Vai dizer que esse condomínio não tá amaldiçoado?

UPDATE: Consegui pedir a ligação hoje. Parece que, agora, o bloco que não existe é o 3. Dá pra aguentar?

sábado, 27 de agosto de 2011

Assalto?!

Ontem eu percebi que, finalmente, que contratar um marceneiro não é uma opção para mim.
Meses atrás, tentei encomendar os móveis da minha cozinha (que como vocês viram nas fotos, é minuscula - a pia tem 1m05cm, quando a média é 1m20cm) e morri de susto. O orçamento mais barato ficava em R$ 3,5 mil. 

Gente, que é isso? Comprei pela metade do preço em um aloja de modulados e me dei por satisfeita.

Porém, agora estou sentindo necessidade de colocar uma bancada na cozinha e uma prateleira. As duas simples, retas, brancas, de BP. Então, chamei um profissional recomendado por uma vizinha para orçar. Demorou três dias e ele veio com a facada: R$ 650. 

Pa-ra-tu-do!!! É um terço do preço da minha cozinha por algo que, tecnicamente, são duas pranchas de madeira pintadas. Não pago nem a pau!

Tô exagerando?

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Esqueci de contar

Uma lista de histórias que comecei a contar e não terminei. Eis o fim:

- Na segunda, instalaram os condicionadores de ar aqui em casa. Ficou tudo imundo e eu, sem água, tive de fazer faxina buscando água no quiosque da churrasqueira



- Terça-feira liguei para a construtora-que-não-deve-ser-nomeada contando que não tinha água. Incentivei um outro morador a fazer o mesmo. No outro dia, o abastecimento foi reestabelecido. Um técnico descobriu que a bóia elétrica (ou coisa assim) estragou. Ainda bem. Não precisei lavar roupa no quiosque

- Ontem, um técnico foi lá em casa ver o pé do fogão. Más notícias: o fogão está amassado perto do pé (juro que não fui eu) e por isso dá problema. Eu vi que um lado estava abaulado, mas achei que era daquele jeito mesmo. Alternativas: trocar as chapas inox das laterais do fogão ou trocá-lo. 



- O pessoal da assistência técnica, que ia instalar o depurador, não apareceu. Ainda bem, só à tarde descobri que eles cobram 80 contos pela instalação. Mas nem morta eu pago isso. Chamei meu montador que vai fazer bem feito pela metade do preço (mas só no sábado). Paciência


- Também ontem, uma empresa foi trocar o transformador da rua para, finalmente, podermos instalar nossa luz. Parece que, na segunda-feira, poderemos pedir ligação. Mal posso esperar. Com todo esse frio e umidade, não liguei o ar-condicionado por causa da falta de potência da luz auxiliar. Depois da experiência dos fusíveis queimados pelo chuveiro, melhor não arriscar...





quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Se arrependimento matasse...

Se arrependimento matasse, a essas horas eu estaria comendo capim pela raiz.
E a culpa seria minha.

Pois na terça à noite eu resolvi abrir a caixa do fogão sozinha. O plano era colocar os pés do fogão, tirar o plástico, encomendar o gás e fazer uma comida decente para estrear o eletrodoméstico. Calculei que seria difícil. Mas calculei errado.

O fogão era pesadinho, mas consegui colocar os pés traseiros rapidinho. Os dianteiros é que foram um problema. Os pés diziam "direita" e "esquerda", para orientar a instalação. Ocorre que o da direita deveria ser posto no pé esquerdo e vice-versa. Até que eu descobrisse isso, já tinha terminado a novela das 8, o Entre Tapas e Beijos e começado O Astro (medida de tempo pela programação da TV é tão infantil, mas eu gosto). Fiquei toda suada. E olha que a temperatura estava uns 6°C.

Ai foi a hora de instalar a mangueira e o registro do gás. Foi rápido. O problema foi passar a mangueira do gás pelo buraco da parede. Não passava. Tive de lixar o furo com uma faca. Além de suada, fiquei suja.

Pra terminar, fiquei brava. Percebi que o fogão estava bamba. Uma pé traseiro não alcançava o chão e se desrosqueasse, caía. Calcei com papelão. Foi quando me lembrei que eu deveria ter tirado aquele plástico nojento do fogão. Dei um tapa na minha própria cara e fiz o que tinha que fazer, mas foi bem difícil porque não queria desprender o gás.

E o que aconteceu? Ontem de manhã, tive de chamar o técnico do serviço autorizado para ver o pé - e ele poderia ter feito tudo isso por mim hoje. Sério. Tem dias que eu me odeio.


Abaixo, uma pequena galeria de fotos para vocês (e um dia, eu também) rirem de mim.




 Minha coluna e meus braços vão doer por semanas



Atentem para o detalhe da pia (não a bagunça, a garrafa de vinho). 
Bebi porque mereci. E tenho dito :)

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Minha primeira vez... com o grill


Nunca esqueço de uma frase dita por uma colega da 5ª série: "Quando uma coisa é moda, a Tati nunca usa". Era verdade, mas não era por falta de vontade, mas por falta de grana mesmo. 

Curiosamente, eu sigo demorando para atender às tendências. Me dei conta disso segunda-feira à noite, quando fui usar o grill pela primeira vez. São aquelas grelhas redondas que o Shoptime vende ad nauseam. Eu queria um há anos, mas comprei como "enxoval de casa nova". A essas alturas, quase todo mundo que é fissurado em coisas de casa já usou ou tem uma opinião sobre o produto. 

Mas como o centro do meu mundo é o meu próprio umbigo, vou dar minha opinião tardia: gostei! 
Fiz filés de frango grelhados e eles ficaram prontos rapidíssimo (à exceção de um, que estava muito grosso, não cozinhou por dentro e foi a coisa mais próxima de sushi de frango que já comi). Grelhei junto cebolas e uma abobrinha cortada ao comprido.

Aí vem o problema. Acho que por precisarem de temperaturas diferentes e por cozinharem melhor com a tampa, nem todas as abobrinhas ficaram boas. Outro erro: a marinada do frango tinha cebola, e inventei de colocá-la em cima dos filés. Quando aquelas cebolas começaram a torrar, determinaram o fim de todo o cozimento por que a casa estava fedendo (abrir as janelas durante o uso teria sido inteligente)

Comi os filés delícia com os legumes e com um arroz de micro-ondas que ficou uó! Odeio comida de micro-ondas. Odeio!

Bem. Eis minha opinião, tardia e deslocada da moda.
Beijos



terça-feira, 23 de agosto de 2011

Agora sem água

Minha ligação de luz provisória era a única coisa que me fazia sentir morando num acampamento. Não é mais. 
Desde sábado, não tenho água em casa. Ainda vou me informar, mas creio que estava usando o resto que havia na caixa d'água e que, agora, acabou. 

Banho, lavagem de louça e limpeza da casa estão rolando na base do balde, que eu encho no quiosque da churrasqueira. Volto com o balde na cabeça, cantando músicas da Elza Soares (tá, mentira).

Me orientaram a ligar para a construtora-que-não-deve-ser-nomeada. Mas eles vão querer me dar água grátis? I don't think so. Então é assim: luz na gambiarra e nada de água.

domingo, 21 de agosto de 2011

Coisa para fazer não falta

Apesar de eu ter me livrado das grande maioria das caixas da mudança e de ter colocado a maioria das coisas em seus devidos lugares, ainda tenho muito o que fazer. Detalhezinhos, coisas que escondi debaixo do tapete, que deixei para depois.

1) Lavar a louça, copos e panelas novas, que guardei no armário, direto
2) Terminar a organização dos documentos
3) Pedir para o pessoal da serralheria fazer o acabamento da pintura das grades
4) Encomendar grades para os quartos
5) Contratar a empresa que vai instalar o ar-condicionado
6) Mandar cortar os tubos da cortina, que são muito longos
7) Comprar tinta para retocar as paredes que foram "feridas" durante as instalações
8) Pendurar quadros
9) Ter um siricotico

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Assassina de plantas

Eu não escondi. Está na minha biografia do blog: sou uma assassina de plantas.
Não é de propósito. Mas, o fato, é que vegetais vivos correm sérios riscos comigo.

Tantas violetas e gérberas pereceram nessas minhas mãozinhas que, há muitos anos, decidi manter comigo apenas três Espadas de São Jorge que ganhei na minha formatura, há uns 14 anos. Espada de São Jorge, como se sabe, não morre.

E minha inabilidade é tanta que mantive apenas três espadas por quase uma década por pura ignorância. Eu as mantive em água, por preguiça de por num vaso com terra. Quando, anos atrás, uma amiga plantou as ditas cujas adequadamente, elas viraram uma touceira. Preciso reenvasar, mas, cadê coragem?

 As espadas e a orquídea

Agora, com esse lance de casa nova, resolvi comprar outras plantas. Uma orquídea que só adquiri porque o jardineiro disse que era muito rústica. Se aguenta ventania, deve ser resistente a mim, pensei. 
Também comprei uma outra, comunzinha e pendente, de uma espécie que não lembro o nome, mas que já tive - e que demorei a matar, no passado. 

 Difícil de matar

Por fim, comprei dois vasos de flores, que não me lembro o nome, mas que já estão morrendo.

 Coitadas

Estou tentando evitar a catástrofe. Achei que elas murcharam por falta de luz, então, coloquei na frente da janela da sacada. Fiquei com medo de colocar na sacada porque tem ventado muito. Não sei mais o que fazer.
Triste sina, viu?

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Umidade relativa do ar: 150%

Eu deveria estar contente porque a Italínea instalou minha cozinha.


Ela não é bonitinha? Agora só falta a Americanas entregar o fogão 
e eu ter dinheiro coragem para comprar a geladeira

Porém, minha casa é uma meleca só e a culpa é da umidade do ar. 
Estou a ponto de invejar o povo do Cerrado, que vive na secura. Aqui a água verte das paredes e nem precisa chover pra isso.
Mas, pra melhorar, chove.


Não, eu não lavei a geladeira com jato.

As dicas que conheço para melhorar a umidade é usar aquecedor, que não tenho, e ar condicionado, que não posso ligar.
Outra possibilidade, segundo me disseram, é passar pano com álcool líquido para fazer a água evaporar.
Gente, alguém já fez isso? Me parece deliciosamente perigoso e eu estou tão desesperada que estou a ponto de tentar.
Alguém já tentou isso antes? Vou fazer, hein? Se eu morrer, a culpa é de vocês, meus três leitores...

Beijos. Deixo minhas dívidas pra vocês.
Muáh!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A tal da luz provisória

Recebi uma excelente notícia hoje: a arquiteta que fez aquele conjunto habitacional excepcional que habito vai pedir pra AES Sul autorizar a ligação da minha luz. Obrigada, Senhor!

Eu realmente não sei quanto tempo vai demorar para trocarem o transformador. Se deixasse para a AES Sul, seriam seis meses. Mas a construtora-que-não-deve-ser nomeada ia contratar uma empresa para fazer o serviço. O pessoal estava com esperança que, até o dia 15, o serviço estivesse pronto. Mas como a arquiteta quer agilizar as coisas, num sei não...

De minha parte, fico feliz, porque minha luz é uma gambiarra com a iluminação de serviço. Dá pra ligar geladeira, máquina de lavar. Só não dá pra ligar o chuveiro no quente, como descobri tristemente hoje, quando deu curto circuito no fio da minha extensão no meio do meu banho. Devia estar o quê? 5°C?

Quero muito uma luz direitinha, sabe?

Agora a noite, um funcionário da construtora-que-não-deve-ser nomeada vai ajeitar uma extensão mais forte para eu não ficar no escuro. Banho quente, não sei quando. Mas nada desfaz meu sorriso.

A Lilian pediu fotos da decoração do apê. Ainda não tem "decoração". Eu consegui tirar as caixas do caminho, mas ainda são muitas porque só vão montar a cozinha na segunda-feira. Mas já tá ficando com jeito de casa. Vou postar as fotos dos ambientes menos bagunçados para não morrer de vergonha.

A sala
(o sofá ainda está com capa porque tem mil instalações
e muito pó, todos os dias. Na verdade, ele é quase branco)


O quarto de vestir
(na falta de tapete, coloquei uma esteira de praia no
chão. Tá frio demais e esse piso de cerâmica é gelado!)

Semana que vem posto outras, tá?

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Eu odeio mofo!

Passei a manhã arrumando o guarda-roupas e ainda não acabei.
As caixas, sacos e malas cheios de coisas pareciam dar cria na minha frente.

A parte ruim é que, apesar de eu tentar arrumar tudo direitinho, descobri que muitas das minhas roupas estão com aquele cheiro ruim de umidade e uns 10 calçados meus mofaram. O pior é que não para de chover e só assim para eu limpar tudo adequadamente.

Mas saí atrás de umas dicas e, olha só, álcool tira bolor:



Vou passar nos meus sapatos, pobrezinhos

Também saí atrás de dicas para proteger meus trapinhos desse mal, no futuro.



Tomara que essas dicas sejam tão úteis para vocês como são para mim.
Beijos

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Exausta e feliz

Oi, gente!

Finalmente tomei posse do meu reino!
A mudança foi hoje de manhã (das 7h30min às 12h), e estou feliz da vida apesar de exausta.

Eu não sei se comentei, mas contratei o freteiro sem ver o caminhão. Como ele falou que precisaria de três viagens para levar minhas coisas para o apê, imaginei que o veículo fosse pequeno. Só não imaginei o quanto (e nem que ele não tinha cobertura). Quase caí para trás quando vi o "caminhão".


A "fubica" (é assim que o freteiro, seu Gima, chama) tem cerca de 200 anos e precisou de água para o radiador na segunda viagem. Mas não nos deixou na mão e conseguimos levar tudo antes que desabasse um temporal na cidade. Mas o seu Gima me garantiu que, se chovesse, não tinha problema porque ele tinha lonas...

Por incrível que pareça, essa foi uma das mudanças mais fáceis da minha vida. A última, quando fui para a casa da minha irmã, foi um estresse total. Dessa vez, não. Tive ajuda. O freteiro e o filho trabalham pra caramba, e com alegria, o que é melhor. E minha mãe contratou seu faz-tudo, o Dudu, para dar uma mão. E ele deu tudo de si. Fiquei muito agradecida.

Mas, de cansaço, esqueci de fazer fotos da filial de Bangladesh que minha casa é nesse momento.
Amanhã eu faço e posto.

Beijos cansados e valeu pela torcida.
Agora eu sou a dona da casa. De fato.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Velocidade 5

Créééééééúcréééécréééécrééééé!
Tudo muito rápido, tudo correndo, tudo voando, tudo se mudando.
No caso, quem está se mudando sou eu. E, no caso, é quase já.
É na quinta. E eu nem fogão tenho. Ai, Jisuis!!!

Blame de cat.
É, a culpa é do gato. Pobrezinho. Mas é que minha irmã tem graves problemas de saúde e exames recentes disseram que ela tem de se livrar de bichanos. Do dela, ela já se livrou (aquela persa linda que apareceu numa foto posts atrás). Mas tem o meu.

Como pagar hospedagem para o Aush é uma impossibilidade financeira - que, aliás, só de pensar, me faz chorar de tanto rir - e não penso na hipótese de me livrar do bichano, decidi fazer aqueles empréstimos relâmpagos e me mudar. Para um apartamento sem luz.

Sem drama, Decidi encarar tudo como uma espécie de acampamento superabrigadom cuja estada pagarei em 300 prestações.

Aguardem novidades quentes e escuras.

P.S.: Não acredito que passei todo o fim de semana sem fumar...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cansadinha

Eu estou ficando meio cansada dessas coisinhas de arrumar a casa.
Talvez porque eu não tenha com quem dividir as tarefas, talvez porque eu não tenha como pagar para alguém dividi-las comigo, comecei a tomar um farto dessas coisas de limpar, de esperar, de tratar, de brigar.
Que saco!

Era isso, por hoje.
Amanhã passa

terça-feira, 19 de julho de 2011

Ginástica no apê

Oi, gente!

A quest pelo azulejista prossegue! O cara de Bagé (na verdade, ele veio de São Borja)  me cobrou uma exorbitância e só fará o serviço em duas semanas porque está cheio de serviço em outras cidades. Fiz uma cara de tomate atropelado por uma jamanta, ele deu uma abaixadinha no preço e o deixei reservado.

Poréééééém, o que eu quero é conseguir alguém que faça o trabalho antes e mais barato. Será que vou conseguir? 

Sei lá. É até bom que eu não tenha conseguido ninguém até agora porque não consigo fazer a loja de material de construção fazer a entrega dos materiais de manhã, meu único horário livre. Na segunda e na terça-feira, esperei em vão pela entrega e nada.

Para não ficar à toa na casa nova, investi meus esforços na retirada de restos de tinta no piso. E quanto esforço! Meus braços estão duros de tanto esfregar removedor e eu nem limpei a cozinha e o banheiro ainda. Sem falar que há tintas nas esquadrias das janelas e nas portas...
Quem fez isso não tem mãe.

domingo, 17 de julho de 2011

O azulejista de Bagé


Conhece algum azulejista? Alguém que saiba colocar azulejo? Alguém que já tenha visto azulejo numa obra  e saiba, mesmo que vagamente, prendê-lo na parede sem deixar cair? Conhece?

Eu meio que estou enlouquecendo as pessoas atrás de um profissional que, a bem da verdade, é tipo o neurocirurgião da obra. Não é todo pedreiro que se dispõe a colocar um azulejo.

- Tem de ter técnica - me explicou meu ex-cunhado, que é pintor, e que não topou minha proposta milionária para por azulejos na minha parede.

Eu mesma fui olhar ums videos no You Tube. Sim, porque tem tudo que é tutorial no You Tube e, de repente, eu ia iniciar o Faça Você Mesmo por ali. Eu não ia fazer coisa pior que o pessoal da construtora, né?

Mas além de não achar um tutorial satisfatório, achei difícil o trabalho. E me imaginei jogando todo o material que comprei - e que vou pagar por uns meses ainda - fora.

Então. Segue a busca por profissionais. Liguei para quatro. Foram três não e um "talvez". O talvez veio de um profissional que está trabalhando looonge, em Bagé. Pra vocês verem a escassez de azulejistas por essas bandas. Mas ele me pediu para ligar amanhã, diz que vai lá dar uma olhada e que, quem sabe...

Minha melhor chance. Estou muito esperançosa.
Talvez até vá de saia no encontro. Tá, é apelação, eu sei.
Mas eu vou sorrir bastante pra ele. Quem sabe conquisto um contrato na simpatia?

terça-feira, 12 de julho de 2011

Fotinhos do apê

Atendendo aos pedidos de meus milhares de leitores (mentira, só a Ellen Caliseo pediu. Obrigada por comentar sempre, querida) vou postar umas fotinhos lá no apê e parar de blablablá, que tá ficando chato. As fotos são de celular, tá?:


Essa é a sala. Fiz a foto da porta da cozinha.


Fiz essa foto hoje, quando comecei a tirar o grosso da sujeira da obra.
Acho que vou demorar um mês para completar o serviço.
Mas, tenho de dizer: estou amando cada minuto.


Essa tirei no sábado, quando o pessoal foi instalar a janela da 
área de serviço. Estrelando na foto, seu Ivan!
O serviço ficou assim

Nos próximos dias, se tudo der certo, teremos fotinhos do 
box do banheiro e das grades. Semana que vem, da cozinha.
Amém!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Entrevista comigo (Minha Casa Minha Vida evitando a falta de posts)

Olá, meus amores!

A falta de posts é sintoma da falta de novidades. Mas como não queria deixar o blog tanto tempo no vácuo, fiquei imaginando o que meus zilhares de fãs (cof!, cof!) gostariam de me perguntar se tivessem oportunidade.
Assim, coloquei meus talentos e minha insanidade à disposição dessa gente bronzeada que só espera que eu revele meus sonhos mais profundos na próxima edição da Caras

Nesta entrevista feita por mim mesma à minha pessoa, me neguei a falar sobre minha vida amorosa. Restringi as perguntas aos assuntos referentes a compra da casa própria e ao escandaloso endividamento que se seguiu à assinatura do contrato. Acompanhe parte da entrevista:

A dona da casa - Comprar uma casa era um sonho antigo?
A dona da casa - Na verdade, não. E a compra foi um golpe de sorte. Fui a um feirão para investigar as condições para a construção da casa para a minha mãe e apareceu a oportunidade para comprar um apartamento pelo Minha Casa, Minha Vida na zona central da cidade. Achei bom e aproveitei.


A dona da casa - A senhora recomenda o Minha Casa, Minha Vida?
A dona da casa - Muito. Não teria comprado imóvel ainda sem ele. Nos outros financiamentos você tem de juntar 20%, 30%, 40% do valor do bem para dar de entrada. O Minha Casa, Minha Vida, mesmo com pouco FGTS você já tem condições de comprar. As regras mudaram recentemente mas, quando comprei, houve quem financiasse 100% do valor do imóvel. Coisa de pai pra filho, mesmo.

A dona da casa - Qual o lado negativo?
A dona da casa - Deve haver vários. Mas, para mim (e para os futuros condômínos do meu prédio) é a postura da construtora. Eles acham que pelo fato de serem prédios populares, temos de aceitar serviço ruim. Como não temos aceitado, têm havido muito bate-boca e irritação.

A dona da casa - O que são prédios populares?
A dona da casa - Dá para imaginar que a qualidade de material empregado em um apartamento de R$ 80 mil e um de R$ 150 mil seja diferente, certo? Pois é. As construtoras que trabalham pelo Minha Casa têm de cortar custos. Assim, geralmente os prédios não são feitos de tijolos, mas de blocos (alvenaria estrutural), o piso não é assentado sobre o contrapiso, mas sobre a laje, as paredes não recebem reboco com areia fina, ficando com aspecto texturizado após receber pintura, etc. 

A dona da casa - Qual o problema disso?
A dona da casa - Nenhum, se o trabalho for bem feito. No meu condômínio, lajes tortas resultaram em pisos tortos que estão sendo refeitos e resultando em demora na entrega dos apartamentos. Também há benfeitorias que não vêm no conjunto, como elevador ou cobertura para as vagas no estacionamento que teria de ser paga por nós.

A dona da casa - Teria?
A dona da casa - Está dando bafafá, já, e nem nos mudamos. Superorganizados, parte dos moradores se reúne há meses. Parte nem tchuns. A parte que se reunia, definia compra de porteiro eletrônico, cerca eletrônica, grade e, a maioria, queria fazer a cobertura da garagem - que só sai se todos os moradores quiserem, porque é uma coisa contínua, sei lá. Pois agora, a parte que nem tchuns apareceu e diz que não quer cobertura nenhuma e tá rolando uma briga por e-mail entre as partes.

A dona da casa - E de que parte a senhora faz parte?
A dona da casa - Da parte que não tem dinheiro para a cobertura e que nem carro tem. Huáááááá (risada maligna). Mas, honestamente, eu ia pagar a cobertura porque entendo que valoriza o imóvel e parará. Mas agora, tenho outros planos para o dinheiro que eu não tenho.

A dona da casa - Quais?
A dona da casa - Comprar o boxe do banheiro, as grades das janelas, uma mesa de jantar. Tantas coisas. Deixa comigo.