terça-feira, 9 de agosto de 2011

Umidade relativa do ar: 150%

Eu deveria estar contente porque a Italínea instalou minha cozinha.


Ela não é bonitinha? Agora só falta a Americanas entregar o fogão 
e eu ter dinheiro coragem para comprar a geladeira

Porém, minha casa é uma meleca só e a culpa é da umidade do ar. 
Estou a ponto de invejar o povo do Cerrado, que vive na secura. Aqui a água verte das paredes e nem precisa chover pra isso.
Mas, pra melhorar, chove.


Não, eu não lavei a geladeira com jato.

As dicas que conheço para melhorar a umidade é usar aquecedor, que não tenho, e ar condicionado, que não posso ligar.
Outra possibilidade, segundo me disseram, é passar pano com álcool líquido para fazer a água evaporar.
Gente, alguém já fez isso? Me parece deliciosamente perigoso e eu estou tão desesperada que estou a ponto de tentar.
Alguém já tentou isso antes? Vou fazer, hein? Se eu morrer, a culpa é de vocês, meus três leitores...

Beijos. Deixo minhas dívidas pra vocês.
Muáh!

5 comentários:

Juliana Gelatti disse...

Também quero saber!!
Mas acho que se não riscar um fósforo em seguida, não tem risco de morrer, Tati, pelo menos não queimada. Agora o porre é um risco, com o cheirinho...
Se tentar, compartilhaê!

Miss Me disse...

ué de quem é essa geladeira então???

pra melhorar a umidade a dica de usar um pode com cal no cantinho é valida. use varios potinhos se achar necessário. :)

TatiPy disse...

Oi Miss Me,

A geladeira branquinha é minha, mas ela não faz parte do meu sonho de cozinha, já que tudo que comprei fogão, exaustor e microondas de inox. Mas enquanto a geladeira dos sonhos não vem, ela fica.

E obrigada pela dica da cal, vou tentar. Beijos

sosreforma disse...

Você deixa suas dívidas pra gente? Quero não, to querendo passar as minhas também. KKKKKKKK;
Menina que ruim essa umidade, bem você já experimentou usar secar, resolver não vai, mas ajuda muito,

TatiPy disse...

Nossa, Lilian!

Tentei secar com pano. E chorei de arrependimento depois. Toda o poeira que tinha no chão virou uma laminha nojenta, que grudava no pano, na vassoura, no sapato... Um nojo.

Beijos,
Tati