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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Malware, eu? Sou pobre, mas sou limpinha!

Quase caí de costas quando, nesse findi, fui tentar entrar no meu blog e veio um aviso vermelho (ou roxo. ou verde, sei lá), dizendo que meu próprio bloguinho querido não era confiável porque tinha usado o programa PQP que era malware e que se alguém baixasse ia pro mármore do inferno, que Nossa Senhora virava as costas e que ia ser uma bosta.

Me amoleceram as pernas. Mas o que eu fiz de errado?
Geralmente postava do trabalho (mas só no fim da jornada, tá chefe? Bem no finzinho), e agora posto em casa. Meu anti-vírus é bala. Não faço download de nada em casa. Mesmo, nem um filminho. Nada. Que malware, o quê?

Então. Atualizei o meu anti-virus (que não acusou nada) e botei a cabeça pra pensar (fui tomar um chope). Pois quando voltei, li noutro blog que eu não era a única. O Google tava maluco. Na verdade, ele estava acusando malware na maioria dos blogs que tem contador de visita ou blogroll.

Tchaná!
Saída? Retirar os gadgets.

E eu me dou por vencida?
Jamais!
Não vou tirar nada!

Não passarão! Não passarão!
(e podem me visitar que tá tudo limpo por aqui, tsá?)
Sou pobre mas sou limpinha.

Beijos

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cansadinha

Eu estou ficando meio cansada dessas coisinhas de arrumar a casa.
Talvez porque eu não tenha com quem dividir as tarefas, talvez porque eu não tenha como pagar para alguém dividi-las comigo, comecei a tomar um farto dessas coisas de limpar, de esperar, de tratar, de brigar.
Que saco!

Era isso, por hoje.
Amanhã passa

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A novela das grades - Capítulo final

Hoje de manhã, liguei o modo maluco sem medo de ser feliz.
A boa causa: ter minhas grades instaladas de uma vez porque, depois da novela de segunda-feira, a metalúrgica me agendou para quinta, e desmarcou em cima da hora. Tipos, 8h05min, eu pronta para sair, eles ligam pra transferir para sexta, quando haveria outra instalação no condomínio.

Aceitei.

Hoje, cheguei no condomínio às 8h30min, o horário combinado. Uma hora depois, ninguém aparecia.
Comecei a ligar, louca da vida.
Na terceira tentativa, atenderam e começou uma série de desculpas para deixar o serviço para sábado.

- As grades estão vertendo água por causa da umidade. Precisa secar.
- Vai secar hoje, depois de colocada. Depois de uma semana de chuva, hoje tem sol.
- Mas a umidade vai estragar a pintura, que está úmida.
- Como está úmida? Essas grades estão prontas há meses.
- É mas uma delas foi pintada há dois dias.
- Instalem e retoquem depois.
- Tu não acha melhor amanhã? Vai ser melhor.

A baiana que estava girando devagar entrou no modo centrifugação.

- Tá de brincadeira? Estou aqui há uma hora, vocês não iam vir nem avisar que não vinham. Falta de consideração. E olha, hoje é o único dia de sol da semana. Vai chover amanhã e na semana que vem inteira. Se o clima continuar assim, vocês vão me entregar quando, em setembro?
- Estamos indo.

A baiana ficou e, com cara de poucos amigos, recebeu a equipe que só chegou às 10h45min.
Eu, que planejava voltar para casa e tomar banho antes de ir para o trabalho, acabei indo suja pro batente. Paciência. Lá estão as grades.



Missão cumprida. Agora começa a quest por um azulejista. 
Não acho nenhum disponível na cidade.
Começa outra novela?
Aguardem os próximos capítulos

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Na enésima ligação...

Bem, seguindo na epopéia das grades: o pessoal da serralheria atendeu na enésima ligação.

(Na anterior - quando eu estava descabelada e com a barba por fazer (!) - combinei com a secretária eletrônica deles que era bom eles me ligarem porque senão...).

Pois então, na enésima, o pessoal superlight, voltando de viagem.

- Ah, eu vi que tu ligou (tem como não ver 8 ou 10 ligações?).
- Pois é, fiquei preocupada, porque ficaram de me ligar, não ligaram e não atenderam.
- Não tinha como, voltamos agora de viagem, baby (fui eu que botei o baby)
- Que bom pra vocês. Escuta, e quando vocês vão instalar as minhas grades? Amanhã?
- Mais pro fim da semana... Sábado...
- Quinta.
- Certo. 
- Às 8h, então.
- Melhor se for de tarde.
- Eu trabalho à tarde.
- Então 8h30min.
- Combinado.

Posso ter feito tempestade em copo d'água, mas só acredito vendo.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mulheres à beira de um ataque de nervos

Eu gosto de pensar que sou uma pessoa calma e ponderada, daquelas que respiram e agem com precisão perante os baques da vida - como torneiras da máquina de lavar que desengatam ao mínimo toque e te dão um banho de água gelada.

Mas tem momentos que a gente perde a elegância, não é minha amiga? Pois eu hoje fui fazer a segunda vistoria no apartamento, que, segundo a encarregada da construtora-que-não-deve-ser-nomeada, poderia resultar em entrega das chaves.

O apartamento não estava em condições de ser entregue. Vamos dizer assim: de 10 consertos que pedi, os funcionários fizeram 5, esqueceram 5 e estragaram outros 5. Ou seja. Na mesma. Exemplo de coisa que foi esquecida: espelho da fechadura do banheiro. Como ninguém conferiu que o espelho da fechadura está faltando?

Exemplo de coisas que eles estragaram: pedi, da outra vez, que consertassem os marcos das portas dos quartos. Saí com a promessa de que seriam trocados. Foram. Só que quando foram pintar os marcos, os funcionários estragaram a pintura das paredes, que estava boa.

Bem, engoli minha decepção e, rumo ao estacionamento, comentei com minha amiga.
- Demoraram um mês para me apresentar isso. Como pode?

A encarregada ouviu e veio atrás de mim. Dizendo que era uma só, que tinha muita coisa pra fazer, que tinha morador que recusava resultado de vistoria por marcas de tinta, que ela pedia pros funcionários fazer coisas e eles não atendiam.

Eu, entre outras coisas, disse que estava me sentindo desrespeitada pela construtora por ter sido chamada para vistoriar o apartamento um mês depois e ver tão poucos avanços.
- Por que vocês me chamaram? - perguntei, quase gritando em atitude "elegância zero".

Ela começou a chorar. Daqui a pouco, eu tava chorando também.
Do jeito que vai, a construtora vai ter de distribuir Lexotan.