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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Natural


A rainha das donas de casa, Martha Stewart, também aderiu à onda do reaproveitamento e de um jeitinho que eu curti. 

Para quem tem ardim, ela sugere uma mesa de quase orgância, que pode ser feita com uma sobra de pedra (granito, mármore, ardósia) ou mesmo madeira velha, apoiada vasinhos de cerâmica usados. 

Fica bacana como apoio para plantas, superfície de trabalho para jardineiras e também "para descansar os pés".

Vou tentar fazer uma versão mini dessa mesa na minha sacada mini...

Foto: marthastewart.com

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Vivas, ainda

Oi, amigos.

Desculpe o sumiço. Viajei repentinamente para curtir o fim das férias e fiquei totalmente offline - o que também é bom, já que é férias. Mas isso não significa que não pensei em vocês ou em postar. Tsk, tsk, tsk.
Preparei algumas coisinhas e prometo voltar à antiga regularidade das postagens, tá?

Para comemorar esse retorno, uma boa notícia. Adivinha quem não morreu? Após dois meses comigo, as-duas-plantas-que-dão-flor-mas-que-eu-não-sei-o-nome ainda estão vivas. Mas, a bem da verdade, não estão lá muuuito bem.

Antes das férias mudei as ditas para a sacada, porque achei que iam curtir o sol. Mas as flores morreram todas. Assim, decidi retirar tudo o que estava seco - pétalas e folhas também - para as plantinhas darem uma respirada. Falei com elas também (espero que minha voz não seja a causa da letalidade das minhas plantas). Achei, que, no fim, pode dar certo. Olha elas aí.


Será que um dia elas voltarão à velha forma?


Eu quero acreditar! Eu quero acreditar!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Assassina de plantas

Eu não escondi. Está na minha biografia do blog: sou uma assassina de plantas.
Não é de propósito. Mas, o fato, é que vegetais vivos correm sérios riscos comigo.

Tantas violetas e gérberas pereceram nessas minhas mãozinhas que, há muitos anos, decidi manter comigo apenas três Espadas de São Jorge que ganhei na minha formatura, há uns 14 anos. Espada de São Jorge, como se sabe, não morre.

E minha inabilidade é tanta que mantive apenas três espadas por quase uma década por pura ignorância. Eu as mantive em água, por preguiça de por num vaso com terra. Quando, anos atrás, uma amiga plantou as ditas cujas adequadamente, elas viraram uma touceira. Preciso reenvasar, mas, cadê coragem?

 As espadas e a orquídea

Agora, com esse lance de casa nova, resolvi comprar outras plantas. Uma orquídea que só adquiri porque o jardineiro disse que era muito rústica. Se aguenta ventania, deve ser resistente a mim, pensei. 
Também comprei uma outra, comunzinha e pendente, de uma espécie que não lembro o nome, mas que já tive - e que demorei a matar, no passado. 

 Difícil de matar

Por fim, comprei dois vasos de flores, que não me lembro o nome, mas que já estão morrendo.

 Coitadas

Estou tentando evitar a catástrofe. Achei que elas murcharam por falta de luz, então, coloquei na frente da janela da sacada. Fiquei com medo de colocar na sacada porque tem ventado muito. Não sei mais o que fazer.
Triste sina, viu?