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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

La Grande Maison, a Le Creuset tupiniquim



Como já disse algumas vezes, frequento vários sites de gastronomia. Em boa parte deles, ela está lá: linda, fina, a cara da riqueza. É a panela Le Creuset, que eu vi de perto uma vez, num shopping. Cheguei perto para ver a etiqueta do preço e tive um ataque de riso. Quase 600 pila por uma panela? Diz que algumas caçarolas chegam a R$ 1 mil...


Desde então, fiquei com uma dúvida - que, na verdade, não tive pressa nenhuma de sanar. Porque raios essa panela é tão cara? Aí li que conserva o sabor dos alimentos, é mais econômica durante o cozimento porque espalha o calor por igual - e nada me convenceu de que precisa ser tão cara. Evidentemente, que por ser produto importado, é sempre mais caro, por causa dos impostos mas, na verdade, eu gosto dela porque é bonita. Isso é sacrilégio?

Bem, enfim. O fato é que descobri tarde que existe uma empresa brasileira produzindo panelas ao estilo Le Creuset no Brasil. As panelas La Grande Maison são feitas com matéria prima do produto francesa, do mesmo fornecedor da famosona, mas sai da fábrica até 40% mais barata. Então se eu alguém tiver um ataque de consumismo, posso (posso?) pagar R$ 300 por uma caçarola de 24cm e não R$ 900.

Agora, o dia que eu fizer isso, o gerente do banco vai querer me interditar. Mas, quer saber, eu quero!

Saiba mais sobre a panela aqui.




sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Vergonha de mim mesma

Vocês lembram daqueles meus planos de economizar pra não declarar falência?
Morreram dentro da loja de cortinas.
Vou ali tomar um calmante, beijos.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Encarando a realidade


Me dá uma certa tristeza colocar isso em palavras - eu que tenho tantos sonhos de consumo e que até lareira em apartamento térreo do Minha Casa Minha Vida sonhei colocar...
Mas vou ter de admitir uma coisa aqui para vocês. Eu sou pobre.

E antes de assumir essa realidade dolorosa de descamisada para vocês, tive de assumir para mim mesma, olhando o meu extrato bancário e o orçamento de uma pedra de granito, o orçamento de uma cortina sob medida, o orçamento dos rodapés (meu apê não tem e eu ando meio obcecada... rodapé, rodapé, rodapé, rodapé). 

As portas pivotantes... Aqueles puxadores compridos. Tão lindas nas revistas. Quantos anos faltam para eu conseguir ter coragem de entrar numa boa loja do ramo e encomendar... o puxador? 

Vou confessar: dada a minha situação, o box de vidro do banheiro é luxo, e minha ideia inicial era adiar para meses futuros a compra das grades dos quartos. Também ficaria para depois a instalação dos condicionadores de ar (mentira, nunca pus condição ao ar-condicionado).

Ver o cofrinho vazio às vésperas da mudança é meio deprimente, sabe? Nada de terrível frente a problemas como a fome ou a falta de um teto para viver, mas dá uma sensação de, pô, sou um cavalinho paraguaio...

Por falar em paraguaio, vou desde já, manifestar minha opção pelas opções mais baratas. Granito por inox (me segura, mãezinha) e paredes sem rodapé. Pelo menos por enquanto.
E seja o que Deus quiser!

E que o Eike leia esse texto e tenha piedade dessa pobre consumista! :)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Vamos começar, então?

Demorei demais para começar, eu sei.
Mas é que eu queria iniciar esse blog junto com a minha vida nova.
Ocorre que o start da minha vida nova está demorando e eu preciso falar sobre isso também.

Vamos aos fatos: comprei um apartamento da construtora-que-não-deve-ser-nomeada em janeiro de 2010. A promessa de entrega era fevereiro do ano seguinte. Em fevereiro, empurraram pra maio. Estamos em maio e eu estou morando praticamente de favor na casa da minha irmã.

Encomendei cozinha nova, comprei roupa de cama, panelas etc, encomendei grade (leia-se gastei uma fortuna) e tá tudo socado na dependência de empregada da mana ou pegando pó nas lojas.

Espero - e, ao que tudo indica - que no mês que vem eu possa me mudar pro meu modesto apê e vir aqui fazer o que eu queria mesmo: falar da minha vida na casa nova.

Enquanto isso, vou vir me queixar que é o que me resta.
Mas vou trazer umas fotos e contar umas novidades, que senão ninguém aguenta.

Beijo