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domingo, 6 de novembro de 2011

É isso

Meu computador estragou.
Minha máquina de lavar também.
Minha irmã segue dodói no hospital.

Mas não foi por isso que não postei nas últimas semanas. Não escrevi nada porque ando sofrendo daquelas leseiras da vida, que deixam a gente meio morta-viva, se arrastando, se perguntando o motivo de certas coisas.

Enfim, ando meio deprê. Até minha casa sofreu.
Teve um dia que eu pensei: "Preciso passar um paninho nesse chão... Ai, mas isso cansa. Cansa, não, dói". E, de repente, minha casa tão amada estava uma zona.

Acabou que dei um sacode em mim mesma um dia e fiz um dia de limpeza a jato. Na verdade, foi um basicão, mas tornou o ambiente mais agradável. Depois, criei um calendário de pequenas limpezas diárias (baseado no FlyLadies, vocês conhecem?) só para me distrair.

Inclui no calendário cuidados comigo. Dia de lixar as unhas (as minhas estavam um lixo, bem pior do que a casa), dia de exfoliar o rosto. Todos os dias são dias de tirar a maquiagem e passar creme nos pés. tenho lido bastante e assistido a filmes. Distração nesta fase é fundamental, acho.

Bem, gurias. Esse post está longo e meio melancólico, mas o fato é que estou tentando voltar à minha rotina normal. Meio a 10 km/h, mas voltando. De novo.

Beijos

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O fim da novela do gato

Eu recebi tantas manifestações de preocupação e conselhos sobre a pendenga condomínio X gatinho que resolvi vir aqui contar como encaminhei as coisas.


Contratei uma firma para instalar redes na sacada e na área de serviço (apesar de estar quebrada). Valeu a pena. Eu posso abrir as janelas por onde mais entra vento e luz na casa, o Aush tem um espacinho para sair e tomar sol, e a vizinhança - espero - compreende a minha boa intenção.





De vez em quando, o Aush foge. Já foram três vezes, mas não pude evitar. Porém, até aqui, ninguém reclamou.


Para mim, seria muito difícil abrir mão de um animalzinho com quem convivo há quatro anos por causa de uma cláusula de condomínio. Então, estou me esforçando, brincando mais com o gatinho e mimando o bicho para tentar mantê-lo satisfeito. 



Sou fofo?


Há um plano B engatilhado, claro: devolvê-lo à antiga dona, que já prontificou a acolhê-lo mesmo tendo sete gatos... Mas, espero, não seja necessário.


Dedos cruzados!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Vivas, ainda

Oi, amigos.

Desculpe o sumiço. Viajei repentinamente para curtir o fim das férias e fiquei totalmente offline - o que também é bom, já que é férias. Mas isso não significa que não pensei em vocês ou em postar. Tsk, tsk, tsk.
Preparei algumas coisinhas e prometo voltar à antiga regularidade das postagens, tá?

Para comemorar esse retorno, uma boa notícia. Adivinha quem não morreu? Após dois meses comigo, as-duas-plantas-que-dão-flor-mas-que-eu-não-sei-o-nome ainda estão vivas. Mas, a bem da verdade, não estão lá muuuito bem.

Antes das férias mudei as ditas para a sacada, porque achei que iam curtir o sol. Mas as flores morreram todas. Assim, decidi retirar tudo o que estava seco - pétalas e folhas também - para as plantinhas darem uma respirada. Falei com elas também (espero que minha voz não seja a causa da letalidade das minhas plantas). Achei, que, no fim, pode dar certo. Olha elas aí.


Será que um dia elas voltarão à velha forma?


Eu quero acreditar! Eu quero acreditar!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Uma professora muito maluquinha

Eu sou muito apegada às minhas professoras. Me lembro da primeira (e sei onde trabalha, porque tempo e distância foram vaporizados pelo Google).


E, ontem, se foi uma das poucas mestras da minha faculdade de quem me lembrava com um sorriso: Eunice Olmedo. Louca, dramática, intensa, engraçada. Nos enfeitiçava com sua voz e com sua movimentação em frente à classe, com suas gargalhadas e com seu jeito peculiar de, de uma hora pra outra, parar tudo e perguntar:
- Qual é o teu signo?


Eunice nunca confiou muito em escorpianos, como eu, mas sempre me tratou com carinho, dizia para eu ser boa com as pessoas, paciente. Na última vez que nos encontramos, há duas semanas, contei que tinha comprado um apartamento e ela comemorou a conquista como se eu fosse filha dela.


Sabiamente, disse que eu tinha de ter cuidado com as amizades interesseiras a partir de agora - porque os invejosos não distinguem uma pessoa rica de uma pessoa pagando prestação por 25 anos - e tratar da vida, de me divertir, porque o mais certo, eu já havia feito.


Foi-se aquela gargalhada, foram-se aqueles uuuusss e aaasss (entre outros ruídos estranhos que ela fazia para manifestar opinião), foi-se o grito "coió" (para o aluno besta - todos nós). Foi-se ela, a nossa estrela, que se pôs levando lágrimas e saudade.



Protesto

Eu odeio a construtora-que-não-deve-ser-nomeada de uma forma, que nem sei contar.
Só contando o nome da contrutora. A responsabilidade jurídica me proíbe.


Fizeram uma cagada na parte elétrica do meu apartamento que só não queimou tudo porque há um Deus no Céu que me protege - sob esse monte de alvenaria estrutural. 


Vontade de gritar!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Adaptação

Oi, amigas (os)!

Estou com uma Internet por rádio, bem menos interessante do que prometia (até porque não pega bem em todos os cômodos da cassa, infelizmente), mas, enfim, conectada, e me divertindo em modo férias.
Não esqueci de vocês e prometo que, neste feriado, vou visitar todos os blogs e fazer um post decente.

Beijos mil e bom feriado,
Tati

(super estranhando o novo blogger)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Férias

Estou entrando em férias hoje (obrigada, Senhor!).
Vou aproveitar para organizar a bagunça que escondi a casa e me planejar para receber os amigos. Porém, como ainda estou sem Internet em casa, pode ser que fique fora do ar nos próximos dias.
Mas lá pela segunda-feira eu já devo estar conectada, certo?

Beijocas!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Esqueci de contar

Uma lista de histórias que comecei a contar e não terminei. Eis o fim:

- Na segunda, instalaram os condicionadores de ar aqui em casa. Ficou tudo imundo e eu, sem água, tive de fazer faxina buscando água no quiosque da churrasqueira



- Terça-feira liguei para a construtora-que-não-deve-ser-nomeada contando que não tinha água. Incentivei um outro morador a fazer o mesmo. No outro dia, o abastecimento foi reestabelecido. Um técnico descobriu que a bóia elétrica (ou coisa assim) estragou. Ainda bem. Não precisei lavar roupa no quiosque

- Ontem, um técnico foi lá em casa ver o pé do fogão. Más notícias: o fogão está amassado perto do pé (juro que não fui eu) e por isso dá problema. Eu vi que um lado estava abaulado, mas achei que era daquele jeito mesmo. Alternativas: trocar as chapas inox das laterais do fogão ou trocá-lo. 



- O pessoal da assistência técnica, que ia instalar o depurador, não apareceu. Ainda bem, só à tarde descobri que eles cobram 80 contos pela instalação. Mas nem morta eu pago isso. Chamei meu montador que vai fazer bem feito pela metade do preço (mas só no sábado). Paciência


- Também ontem, uma empresa foi trocar o transformador da rua para, finalmente, podermos instalar nossa luz. Parece que, na segunda-feira, poderemos pedir ligação. Mal posso esperar. Com todo esse frio e umidade, não liguei o ar-condicionado por causa da falta de potência da luz auxiliar. Depois da experiência dos fusíveis queimados pelo chuveiro, melhor não arriscar...





domingo, 31 de julho de 2011

Quando tudo dá certo


Moída com farofa. Assim estou eu, poucos dias após a mudança.
Mas, sinceramente, não posso me queixar de nada.
A correria valeu a pena e meu modesto apezinho está com cara de casa.

Deve ser alguma conjunção astral, mas tudo está dando certo. Neste fim de semana, recebi azulejista, encanador, eletricista e montador e, incrível, ninguém deu pra trás. Todos foram, no horário, e fizeram mais do que eu pedi pelo mesmo preço. Sem ranço, sem queixa.

A novela do azulejo acabou, gente. Tá lá, tudo lindo.
Minha sala tem cortinas.
Tomei banho quente.
Tomei um porre :).

Por muitos meses eu imaginei como eu me sentiria quando me mudasse.
Não pensei que estaria tão feliz.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Exausta e feliz

Oi, gente!

Finalmente tomei posse do meu reino!
A mudança foi hoje de manhã (das 7h30min às 12h), e estou feliz da vida apesar de exausta.

Eu não sei se comentei, mas contratei o freteiro sem ver o caminhão. Como ele falou que precisaria de três viagens para levar minhas coisas para o apê, imaginei que o veículo fosse pequeno. Só não imaginei o quanto (e nem que ele não tinha cobertura). Quase caí para trás quando vi o "caminhão".


A "fubica" (é assim que o freteiro, seu Gima, chama) tem cerca de 200 anos e precisou de água para o radiador na segunda viagem. Mas não nos deixou na mão e conseguimos levar tudo antes que desabasse um temporal na cidade. Mas o seu Gima me garantiu que, se chovesse, não tinha problema porque ele tinha lonas...

Por incrível que pareça, essa foi uma das mudanças mais fáceis da minha vida. A última, quando fui para a casa da minha irmã, foi um estresse total. Dessa vez, não. Tive ajuda. O freteiro e o filho trabalham pra caramba, e com alegria, o que é melhor. E minha mãe contratou seu faz-tudo, o Dudu, para dar uma mão. E ele deu tudo de si. Fiquei muito agradecida.

Mas, de cansaço, esqueci de fazer fotos da filial de Bangladesh que minha casa é nesse momento.
Amanhã eu faço e posto.

Beijos cansados e valeu pela torcida.
Agora eu sou a dona da casa. De fato.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Em ritmo de mudança

Estou cansada, escabelada, com a barba por fazer, provavelmente uns 3 quilos mais magra (o que é bom) e feliz da vida. Tudo parece estar dando certo na mudança em tempo recorde.

Já tratei com o caminhão (que, na verdade, imagino ser um caminhão de frete bem pequeno) por um preço que cabia no meu orçamento. As coisas mais delicadas, que eu tenho medo que quebrem ou se percam, levei de táxi e deixei num cantinho.


O chaveiro também foi lá colocar as fechaduras de segurança.


 Ainda fui no supermercado comprar suprimentos pra vida de
acampamento que vou levar nos próximos dias:


A lista de coisas que ainda tenho para fazer é enorme (entre os itens, achar quem monte meu guarda-roupa), mas, estou confiante de que dará tudo certo. 

Fé em Deus, DJ! (parapapapapá, papapapapá)
Tô meio maluca hoje. Desculpa aí.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Velocidade 5

Créééééééúcréééécréééécrééééé!
Tudo muito rápido, tudo correndo, tudo voando, tudo se mudando.
No caso, quem está se mudando sou eu. E, no caso, é quase já.
É na quinta. E eu nem fogão tenho. Ai, Jisuis!!!

Blame de cat.
É, a culpa é do gato. Pobrezinho. Mas é que minha irmã tem graves problemas de saúde e exames recentes disseram que ela tem de se livrar de bichanos. Do dela, ela já se livrou (aquela persa linda que apareceu numa foto posts atrás). Mas tem o meu.

Como pagar hospedagem para o Aush é uma impossibilidade financeira - que, aliás, só de pensar, me faz chorar de tanto rir - e não penso na hipótese de me livrar do bichano, decidi fazer aqueles empréstimos relâmpagos e me mudar. Para um apartamento sem luz.

Sem drama, Decidi encarar tudo como uma espécie de acampamento superabrigadom cuja estada pagarei em 300 prestações.

Aguardem novidades quentes e escuras.

P.S.: Não acredito que passei todo o fim de semana sem fumar...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cansadinha

Eu estou ficando meio cansada dessas coisinhas de arrumar a casa.
Talvez porque eu não tenha com quem dividir as tarefas, talvez porque eu não tenha como pagar para alguém dividi-las comigo, comecei a tomar um farto dessas coisas de limpar, de esperar, de tratar, de brigar.
Que saco!

Era isso, por hoje.
Amanhã passa

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A novela das grades - Capítulo final

Hoje de manhã, liguei o modo maluco sem medo de ser feliz.
A boa causa: ter minhas grades instaladas de uma vez porque, depois da novela de segunda-feira, a metalúrgica me agendou para quinta, e desmarcou em cima da hora. Tipos, 8h05min, eu pronta para sair, eles ligam pra transferir para sexta, quando haveria outra instalação no condomínio.

Aceitei.

Hoje, cheguei no condomínio às 8h30min, o horário combinado. Uma hora depois, ninguém aparecia.
Comecei a ligar, louca da vida.
Na terceira tentativa, atenderam e começou uma série de desculpas para deixar o serviço para sábado.

- As grades estão vertendo água por causa da umidade. Precisa secar.
- Vai secar hoje, depois de colocada. Depois de uma semana de chuva, hoje tem sol.
- Mas a umidade vai estragar a pintura, que está úmida.
- Como está úmida? Essas grades estão prontas há meses.
- É mas uma delas foi pintada há dois dias.
- Instalem e retoquem depois.
- Tu não acha melhor amanhã? Vai ser melhor.

A baiana que estava girando devagar entrou no modo centrifugação.

- Tá de brincadeira? Estou aqui há uma hora, vocês não iam vir nem avisar que não vinham. Falta de consideração. E olha, hoje é o único dia de sol da semana. Vai chover amanhã e na semana que vem inteira. Se o clima continuar assim, vocês vão me entregar quando, em setembro?
- Estamos indo.

A baiana ficou e, com cara de poucos amigos, recebeu a equipe que só chegou às 10h45min.
Eu, que planejava voltar para casa e tomar banho antes de ir para o trabalho, acabei indo suja pro batente. Paciência. Lá estão as grades.



Missão cumprida. Agora começa a quest por um azulejista. 
Não acho nenhum disponível na cidade.
Começa outra novela?
Aguardem os próximos capítulos

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Na enésima ligação...

Bem, seguindo na epopéia das grades: o pessoal da serralheria atendeu na enésima ligação.

(Na anterior - quando eu estava descabelada e com a barba por fazer (!) - combinei com a secretária eletrônica deles que era bom eles me ligarem porque senão...).

Pois então, na enésima, o pessoal superlight, voltando de viagem.

- Ah, eu vi que tu ligou (tem como não ver 8 ou 10 ligações?).
- Pois é, fiquei preocupada, porque ficaram de me ligar, não ligaram e não atenderam.
- Não tinha como, voltamos agora de viagem, baby (fui eu que botei o baby)
- Que bom pra vocês. Escuta, e quando vocês vão instalar as minhas grades? Amanhã?
- Mais pro fim da semana... Sábado...
- Quinta.
- Certo. 
- Às 8h, então.
- Melhor se for de tarde.
- Eu trabalho à tarde.
- Então 8h30min.
- Combinado.

Posso ter feito tempestade em copo d'água, mas só acredito vendo.

Tensa

Oi, amigos!
Estou há uns diazinhos sem postar por pura falta de tempo, mas não de novidades.

Não que tudo seja exatamente postável - como a separação dos chaveiros e a encomenda do  controle do portão eletrônico. Tudo isso me emocionou horrores e me levou quase às lágrimas, mas não é tão interessante para quem lê.

Mas teve a colocação da janela da área de serviço (ah, ficou tão linda - depois posto a foto), e o rapaz do box foi tirar as medidas. Sim, do box. Decidi que pela "economia" de R$ 800 da pia, vou de R$ 300 do box e evitar a molhaçada no banheiro. Mais uns dois meses sem mesa de jantar como penitência, um sem ar-condicionado, faxineira só ano que vem. Deve dar...

O que tem me deixado tensa desde quinta é que estou tentando instalar as lindas (e quitadas há meses) grades da área de serviço e sacada. E não consigo. Quando liguei, na quinta, a esposa do dono da serralheria disse que eles tiveram de viajar e biriribororó, mas que ligaria segunda. Achei estranhíssimo, porque nesse ramo se trabalha noite e dia, raros se dão ao luxo de viajar durante a semana. Hoje, liguei às 9h30min. Desde então, fiz quatro ligações, de números diferentes e só chama.

Olha o calote aí, gente!!! Chora cavaco!!!

O pior, e que se deram calote em mim, deram em muitos no condomínio porque foram lá fazer propaganda dos preços e tal.

Mas assim. Vou rezar um Pai Nosso aqui, tentar não arrancar as minhas unhas e, se não me ligarem até o fim da tarde, vou na serralheria. Já fui uma vez, vou de novo. Se estiver fechada, vai ser o inferno. Advogado, polícia, Procon e a busca por aquele pote de ouro para eu fazer as grades em outro lugar.

Posso falar um palavrão?

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Dá logo a minha chave, que o resto a gente vê depois

A frase do título é mais ou menos o que eu falei para a encarregada da construtora-que-não-deve-ser-nomeada ontem. Sim, porque não estava tudo ok na 3ª vistoria. 

Aquela turminha da pesada apronta todas (/sessão da tarde) e conseguiu riscar a pintura da cozinha e fazer uma coisa incompreensível no marco da porta do querto principal (só com foto pra entender).

Eu quis dar três tapas no tatame, virar as costas e ir embora, mas preferi pegar a chave. Na pior das hipóteses eu começaria os meu "faça-você-mesmo". Porém, a encarregada chamou o pintor para fazer os consertos na hora. Eu também pedi que fizessem o furo para a mangueira do gás. Deixei uma cópia da chave com ela. À tarde, ela me ligou para avisar que estava pronto. 

Presumo que esteja tudo certo, se não estiver, também, paciência. Eu conserto.


A mudança, porém, parece que só em agosto. Pelo que soube, a AES Sul ainda está fazendo o projeto de instalação do transformador e isso demora de 30 a 40 dias (e não 15 ou 20 como a encarregada tinha dito).

Vou encarar esse empecilho como um prazo extra. Estou ligando para os fornecedores de janelas e grades para fazer instalações, depois tem os azulejos para colocar, luminárias, montagem da cozinha etc. Vou me divertir e ocupar bastante.



Vou gastar bastante também. Boa hora para achar aquele potinho de ouro no fim do arco-íris.
Se bem que é lá que eu penso estar :)



Beijos

terça-feira, 5 de julho de 2011

A última da construtora

A encarregada da construtora-que-não-deve-ser-nomeada ligou hoje.
Disse que todos os reparos foram feitos e que eu devo ir lá amanhã, às 9h30min, para a terceira vistoria.
Que dessa vez não haja choro - e que eu saia com a chave.
Amém!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mulheres à beira de um ataque de nervos

Eu gosto de pensar que sou uma pessoa calma e ponderada, daquelas que respiram e agem com precisão perante os baques da vida - como torneiras da máquina de lavar que desengatam ao mínimo toque e te dão um banho de água gelada.

Mas tem momentos que a gente perde a elegância, não é minha amiga? Pois eu hoje fui fazer a segunda vistoria no apartamento, que, segundo a encarregada da construtora-que-não-deve-ser-nomeada, poderia resultar em entrega das chaves.

O apartamento não estava em condições de ser entregue. Vamos dizer assim: de 10 consertos que pedi, os funcionários fizeram 5, esqueceram 5 e estragaram outros 5. Ou seja. Na mesma. Exemplo de coisa que foi esquecida: espelho da fechadura do banheiro. Como ninguém conferiu que o espelho da fechadura está faltando?

Exemplo de coisas que eles estragaram: pedi, da outra vez, que consertassem os marcos das portas dos quartos. Saí com a promessa de que seriam trocados. Foram. Só que quando foram pintar os marcos, os funcionários estragaram a pintura das paredes, que estava boa.

Bem, engoli minha decepção e, rumo ao estacionamento, comentei com minha amiga.
- Demoraram um mês para me apresentar isso. Como pode?

A encarregada ouviu e veio atrás de mim. Dizendo que era uma só, que tinha muita coisa pra fazer, que tinha morador que recusava resultado de vistoria por marcas de tinta, que ela pedia pros funcionários fazer coisas e eles não atendiam.

Eu, entre outras coisas, disse que estava me sentindo desrespeitada pela construtora por ter sido chamada para vistoriar o apartamento um mês depois e ver tão poucos avanços.
- Por que vocês me chamaram? - perguntei, quase gritando em atitude "elegância zero".

Ela começou a chorar. Daqui a pouco, eu tava chorando também.
Do jeito que vai, a construtora vai ter de distribuir Lexotan.