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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
É de passar no pão?
Olhei a geladeira hoje de manhã e me espantei com a quantidade de coisas que eu tinha para passar no pão. Não comprei todas. Mamãe foi passar uns dias lá em casa e deixou alguns itens. Mas como muitos eram feitos de leite, fiquei curiosa: qual a diferença na produção que os fazia diferentes uns dos outros? Fui pesquisar...
Queijo quark - É um queijo ácido, feito sem coalho, muito consumido na Europa, especialmente na Alemanha. O sabor se assemelha a um iougurte e, por ter baixas calorias, o produto é geralmente indicado por nutricionistas para pessoas em dieta. Eu, particularmente, amo queijo quark com geléia. Me processem!
Frescatino - É um queijo Minas Frescal cremoso. É feito com a massa do queijo fresco, creme de leite, estabilizantes e espessantes. A versão light é feita com leite semidesnatado. Não vejo nada demais nele. Tem gosto de borracha (é só a minha opinião).
Cream cheese - Queijo que se obtém da centrifugação da coalhada. Pode ser natural ou adicionado de sabores. Tem certa firmeza, mas é espalhável, com alto teor de creme de leite. Tem menos sal do que o requeijão, mas tem sabor mais intenso. É cada vez mais popular no Brasil. Porque é bom pra caramba! Experimenta com molho de mostarda e mel! faz qualquer sanduíche de mortadela parecer prato gourmet. (Eu compro na versão light pra consciência não ficar pesada).
Nata - É Deus na forma de gordura, extraída durante a pasteurização do leite. Pelo pouco que entendo, no sudeste, vendem numa consistência mais líquida, cremosa e chamam de creme de leite. Aqui, vendem em pasta. Chamamos de nata, de pecado e de amor (S2)! Come com chimia de uva, fia (gauchês translator: doce de uva, filha).
sábado, 24 de setembro de 2011
Operação miojo não: risoto
Até os adolescentes já sacaram que para pagar de sofisticado basta saber fazer risoto. Ele não precisa nem ficar bom, ele só precisa parecer bom.
Eu, no meu caso, prefiro que seja gostoso. Dane-se a aparência, como a do prato horrível da foto (eu já tinha dado uma garfada quando fiz a foto). O fato é que o risoto ficou bom. E impressionou a visita, como eu queria.
Fiz esse risotinho de frango na correria. Duas xícaras de arroz carnaroli (pode ser arbóreo também) rapidamente refogados na manteiga com uma cebola picada. O primeiro caldo foi uma taça de vinho branco - que faz toda a diferença. Na minha opinião, faz mais diferença até do que o caldo (natural ou industrializado).
Como o frango já estava pronto, usei um tablete de caldo de galinha industrializado diluído em 1,5 litro de água fervente. E fui adicionando uma ou duas conchas de líquido por vez, mexendo até secar, acrescentando mais caldo e repetindo. Deu uns 20 minutos o arroz estava al dente, coloquei parmesão ralado, o frango picado e uma boa porção de manteiga para finalizar. Se usar caldo industrializado, não exagere no sal (que também pus no final), porque já é salgado, assim como o queijo.
E você, o que serviria se, sei lá, o Papa aparecesse na sua casa de surpresa?
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Até que enfim, é primavera!
Eu acharia o inverno bacaníssimo se eu não tivesse de enfrentar temperaturas perto de zero para trabalhar ou mesmo ir ao supermercado. Se eu não tivesse de me encharcar com chuvas geladas ou aguentar a umidade em casa.
Se eu pudesse ficar em casa só dormindo e comendo comidas gostosas, acho que sim, amaria o inverno. Mas ele não é assim, então, ainda bem que acabou.
Abram as janelas, deixe o calorzinho entrar que o sol vai brilhar, as flores estão se abrindo: a primavera chegou!
Dá pra notar que é minha estação favorita?
E essas paisagens floridas me fazem lembrar de uma sobremesa colorida, delíciosa e saudável: salada de frutas. Faço com as frutas que tenho a mão, quatro no máximo e já está bom.
Morango, maçã, manga, banana (indispensável), abacaxi. Para a calda, suco de laranja, de bergamota (tangerina) ou mesmo soda limonada ou guaraná. Na versão superluxo, leva uma bola de sorvete. Ai, quero agora!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Amo maionese
Se por algum motivo, fosse condenada a morte e tivesse direito a uma última refeição, não teria dúvidas: salada de maionese com batatas. Meu prato favorito desde criança, com qualquer acompanhamento. Churrasco, arroz branco, macarrão ou mesmo sem acompanhamento nenhum.
Ontem à noite, numa sanha por peixe e frutos do mar, fiz um pequeno banquete para um: merluza no pappiotte, salada de maionese e bacalhau e paella.
Pra vocês não acharem que sou rica - e vocês bem sabem que não sou - vou explicar. Comprei aqueles kit paella no super, meu bem. Custou R$ 7, se não me falha a memória. O bacalhau, comprei um potinho com retalhos, bem bons para desfiar. Usei só alguns e vai dar para usar outras vezes. A merluza veio em medalhões (sou meio jeca e nunca tinha visto nesse formato, só em filés. Umas 10 unidades por R$ 13.Vai durar muito aqui em casa).
Mas não era de grana que eu queria falar, mas da maionese. Já li em outros sites outros modos de preparo da dita cuja, em que não se usa gema cozida. Não conhecia. O modo que aprendi com minha vó e com minha mãe usa gemas cozidas e cruas e óóóóleo, muito óóóóóleo.
Tem gente que mistura no prato, tem gente que mistura na xícara (sempre com o auxílio de um garfo, porque fouet é novidade na cozinha dessas bandas) e bota força no braço porque o creme fica grosso.
Ontem, eu usei duas gemas cozidas e uma crua. Esmaguei bem as primeiras e joguei a crua por cima para fazer uma espécie de pastinha. Olha como fica:
Em seguida, comecei a adicionar óleo de canola, aos poucos (pode ser qualquer óleo, mas uso esse, que é mais saudável). Faço de olho, mas a quantidade de óleo depende da quantidade de batatas e do seu gosto - maionese mais sequinha ou mais cremosa. Eu tinha quatro batatas médias e queria mais sequinha: uma xícara, mais ou menos, e um pouco de azeite de oliva. Não esqueça de temperar com um pouquinho de sal.
Júlia Child garantia que um dos segredos para a maionese não desandar era aquecer o prato.
E você, como faz maionese?
P.S.: A receita de peixe em pappiotte, fiz de acordo com as instruções da @ritadopanelinha:
Ontem à noite, numa sanha por peixe e frutos do mar, fiz um pequeno banquete para um: merluza no pappiotte, salada de maionese e bacalhau e paella.
Pra vocês não acharem que sou rica - e vocês bem sabem que não sou - vou explicar. Comprei aqueles kit paella no super, meu bem. Custou R$ 7, se não me falha a memória. O bacalhau, comprei um potinho com retalhos, bem bons para desfiar. Usei só alguns e vai dar para usar outras vezes. A merluza veio em medalhões (sou meio jeca e nunca tinha visto nesse formato, só em filés. Umas 10 unidades por R$ 13.Vai durar muito aqui em casa).
Mas não era de grana que eu queria falar, mas da maionese. Já li em outros sites outros modos de preparo da dita cuja, em que não se usa gema cozida. Não conhecia. O modo que aprendi com minha vó e com minha mãe usa gemas cozidas e cruas e óóóóleo, muito óóóóóleo.
Tem gente que mistura no prato, tem gente que mistura na xícara (sempre com o auxílio de um garfo, porque fouet é novidade na cozinha dessas bandas) e bota força no braço porque o creme fica grosso.
Ontem, eu usei duas gemas cozidas e uma crua. Esmaguei bem as primeiras e joguei a crua por cima para fazer uma espécie de pastinha. Olha como fica:
Em seguida, comecei a adicionar óleo de canola, aos poucos (pode ser qualquer óleo, mas uso esse, que é mais saudável). Faço de olho, mas a quantidade de óleo depende da quantidade de batatas e do seu gosto - maionese mais sequinha ou mais cremosa. Eu tinha quatro batatas médias e queria mais sequinha: uma xícara, mais ou menos, e um pouco de azeite de oliva. Não esqueça de temperar com um pouquinho de sal.
Júlia Child garantia que um dos segredos para a maionese não desandar era aquecer o prato.
E você, como faz maionese?
P.S.: A receita de peixe em pappiotte, fiz de acordo com as instruções da @ritadopanelinha:
domingo, 26 de junho de 2011
Inverno é bom pra comer!
Eu deveria conseguir pensar em outra coisa, mas o frio perturba meu cérebro e, há alguns dias, só consigo pensar em comida. Com bastante molho, fervendo, aquecendo, deliciando... Hum, me babei aqui. Sorry.
Fim de semana fiz estrogonofe e, agora, só penso em polenta. Acho que seria ridículo dar a receita até porque só uso polenta instantânea e o modo de preparo vem no verso. Também seria besta ensinar a fazer algum molho, já que eu não sei fazer nenhum em especial - e a polenta fica boa com qualquer um. A da foto tem carne e queijo (sinto minha barriga roncar).
Meu favorito é o molho de frango, bem incorpado e vermelho (de preferência, cozido também com um cálice de vinho). O molho de calabresa também é uma delícia. Já no preparo da polenta, costumo colocar ovo cozido ou tempero verde picadinhos. Eu acho tão bom que como até sem nada por cima, mas como é inverno, a cobertura é obrigatória.
E vocês tem algum prato favorito para enfrentar o frio?
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